quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Benefícios da Pêra...



Repleta de benefícios a pêra tem diversas propriedades medicinais graças ao seu teor em água e fibra, e à sua riqueza em vitaminas e minerais.
É adequada para depurar o organismo e limpar o intestino, além disso é diurética e por ser rica em água, também ajuda a manter o organismo sempre hidratado.
De excelente poder digestivo esta fruta é laxante, reduz a pressão arterial e melhora a circulação. Contém fibras que colaboram em regularizar os níveis de açúcar no sangue e ainda reduz o colesterol e os riscos de cancro de cólon.
É antioxidante, aumenta a imunidade, protege contra infecções e melhora o metabolismo de maneira geral. 

As pêras podem ser consumidas cruas ou cozidas e ainda assadas, e são realmente muito saborosas e saudáveis.
Apesar de todos os benefícios que o consumo de pêra traz para o organismo, é preciso manter a atenção. Como tudo o que fazemos em excesso, comer pêra demais pode ser prejudicial e até mesmo causar diarreia.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Abordagem Terapêutica da Osteopatia à Sinusite

A sinusite é a inflamação dos seios paranasais da face e geralmente é causada por uma infecção viral, bacteriana ou fúngica.

Os seios paranasais são espaços cheios de ar no crânio ( atrás da testa , bochechas e olhos ) que são revestidos com membranas mucosas .O organismo mantém estes espaços estéreis ( isto é , não contendo bactérias ou outros organismos),e o faz através da manutenção da livre circulação de ar, permitindo produção e drenagem equilibrada de muco. Alterações anatómicas, que impedem a drenagem da secreção, e processos infecciosos ou alérgicos, que provocam inflamação das mucosas e facilitam a instalação de germes oportunistas, são fatores que predispõem à sinusite. No seguimento de uma constipação ou gripe, estas cavidades podem inflamar, promovendo o desenvolvimento de uma infecção bacteriana. Outras causas da sinusite, principalmente a sinusite crónica são as alergias (o que torna este problema tão recorrente nos alérgicos e asmáticos), e certos problemas estruturais, tais como o desvio do septo ou a existência de pólipos nasais





Os sintomas são:

-Congestão nasal e corrimento.
-Dor de garganta e gotejamento pós-nasal (muco correndo pela parte posterior da garganta, especialmente à noite ou quando deitado) .
-Dor de cabeça (dor tipo pressão) como, dor atrás dos olhos, dor de dente e facial.
-Tosse.
-Febre .
-Mau hálito ou perda da capacidade de sentir o cheiro .
-Fadiga e mal-estar geral .


A abordagem da Osteopatia para a sinusite foca-se na melhoria da drenagem das secreções e na biomecânica dos ossos do crânio, onde se inserem os seios, para que o risco de infecção e inflamação seja reduzido ao mínimo.
A atuação osteopática é sempre generalizada, com uma abordagem holística e global do paciente, como tal, utilizam-se técnicas osteopáticas, tanto à distância como locais, para a dor craniofacial. Um exemplo é a relação entre o crânio, pescoço, tórax e ombros que também pode levar a um comprometimento da drenagem dos seios da face.
Utilizam-se técnicas estruturais e funcionais para devolver a mobilidade às zonas de restrição que se encontram no eixo central, sobretudo a cintura pélvica, coluna dorsal alta (C7-D1-D2-D3 e primeira costela), coluna cervical alta (C0-C1-C2) e articulação temporomandibular (ATM). 
Outro dos objetivos é promover o equilíbrio do tónus e tensões miofasciais da região posterior da cervical e sistema hioideio. Deve-se eliminar as restrições da mobilidade das suturas cranianas, de forma a facilitar a drenagem do conteúdo dos seios e ainda facilitar a normalização das secreções da mucosa nasal e paranasais com o tratamento do sistema neurovegetativo, simpático (coluna dorsal alta, gânglio cervical superior, osso temporal, nervo vidiano, gânglio esfenopalatino) e parassimpático (VII e IX pares cranianos, nervo vidiano e gânglio esfenopalatino). Deve ter-se também em consideração a relação embriológica entre a mucosa dos seios da face e do intestino delgado e grosso, que não é casual. Ou seja, pode encontrar-se uma infeção intestinal ao mesmo tempo que tem sinusite crónica e, como tal, deve avaliar-se e se necessário,trabalhar as vísceras em casos de sinusite crónica.
Em suma, a Osteopatia vai atuar basicamente por duas vias: Primeiro reequilibrando a vascularização local para que a mucosa possa estar apta a combater a infecção. Para tanto se faz necessário trabalhar todas as vias vasculares desde sua saída do coração, com este fim são aplicadas técnicas na região cervico-torácica ,cervical e no crânio, para a desobstrução do trajeto vascular e assim melhorar a permeabilidade nos seios nasais. Em seguida eliminando qualquer disfunção nos ossos do crânio que possam estar prejudicando a comunicação entre os seios e a cavidade nasal. Desta maneira o organismo pode retomar a drenagem mucosa, eliminando a infecção o que diminui a irritação e a dor e após o primeiro tratamento as melhorias já são notáveis.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Flyer

Consultas de Osteopatia

Rua D Nuno Alvares Pereira nº11  Loja:B
 Povoa de Santo Adrião, Lisboa 2620-114




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Hortelã - Pimenta

Hortelã - Pimenta

A hortelã é uma planta de origem asiática, que hoje se tornou a planta mais usada em todo o mundo, principalmente devido a seu aroma, presente nas folhas. É composta de vitamina A, B e C, cálcio, fósforo, ferro e potássio. 
Como toda planta medicinal, existe a forma correta de se utilizar a hortelã, que por sua vez, é geralmente aproveitada na forma de chá, mas também podendo ser utilizada como inalação ou tempero para comidas. Se bem que, apesar da variedade de receitas que contém a hortelã, segundo especialistas, a melhor forma de consumi-la é na sua forma fresca e natural, pois conserva todas as suas vitaminas e sais minerais.

O seu cultivo é muito fácil, podendo ser plantada em vasos, hortas, canteiros, sem muitos cuidados. Eu mesma tenho o meu vaso repleto de hortelã :) É ótima para se ter em casa para um chá de última hora ou mesmo para aromatizar o ambiente. 
A hortelã se plantada junto a alfaces e outras ervas aromáticas faz intensificar o sabor e perfume destas, além do seu poder repelente de insetos.
Além dos usos medicinais, a hortelã também é utilizada na fórmula de cosméticos, sendo utilizada principalmente para ajudar no rejuvenescimento da pele. Para quem tem pele oleosa, a aplicação do chá de hortelã forte sob a pele ajuda na diminuição da oleosidade e para que o tratamento gere bons resultados, é aconselhável que após a limpeza do rosto, aplique o chá com a ajuda de um pedaço de algodão, passando-o com movimentos circulares em toda a extensão do rosto de dentro para fora, faça isso pelo menos duas vezes por semana.

Entre os benefícios do chá de hortelã, podemos citar:

  • Melhora o hálito; 
  • Alivia cólicas menstruais;
  • Auxilio no emagrecimento;
  • Fonte de vitaminas do complexo B; 
  • Auxilio no tratamento de tosse e gripe; 
  • Combate dores de garganta e secreção nas vias respiratórias (analgésico e expectorante); 
  • Possui propriedades que ajudam a combater vírus e bactérias (antibacteriana);
  • É uma planta indicada para más digestões (É um excelente digestivo se tomado após as refeições, sendo muito benéfico para quem sofre de dores no estômago), enfartamentos, problemas gastrointestinais;
  • Funciona como um estimulante da secreção biliar e da circulação sanguínea;
  • Apresenta um efeito benéfico em casos de síndrome do cólon irritável e doença de Crohn.
  • O óleo da hortelã costuma ser eficaz no tratamento de constipações, inflamações da laringe e bronquite. Externamente funciona como um analgésico ligeiro fazendo diminuir a sensação de dor. Pode também ser aplicado sobre picadas de insetos pois faz diminuir a comichão. É aconselhável, de igual forma, para aliviar a dor de cabeça, de dentes e gengivas.
  • Para aliviar dores musculares, utilize o óleo essencial, dissolvendo cinco gotas em outro óleo qualquer de base neutro e aplique sobre a área afetada pelo menos quatro vezes ao dia (efeito sedativo, sendo sem dúvida, a planta mais usada no mundo, seja como remédio, seja como aromatizante).
  • A planta é vendida seca, sob a forma de chá, óleo essencial e também em cápsulas.

Chá de Hortelã - Pimenta

· 1 colher (sopa) de folhas de hortelã miúdas,
· 1 xícara de água,
·Açúcar ou adoçante
    (Caso deseje)


Lave bem a hortelã. Coloque-a na xícara e deite água a ferver. Tape e deixe em infusão de 5 a 10 minutos. Coe o chá e adoce. O recomendado é tomar uma xícara após o almoço e o jantar, ainda morno


Outra dica...

Sumo de abacaxi com hortelã:

Bata bem no liquidificador duas fatias grossas de abacaxi e duas colheres de sopa de hortelã picadas, acrescente duas pedras de gelo e bata novamente. Vai ficar espumante e refrescante, ótimo para este próximo verão!



quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Antiinflamatórios naturais...

Os alimentos vão muito além da nutrição e tornam-se fortes aliados contra várias doenças, nomeadamente neste artigo as inflamatórias. 


Para começar, nada melhor do que relembrar a definição de inflamação...


INFLAMAÇÃO: é a reacção do organismo face a uma infecção ou lesão nos tecidos.

Num processo inflamatório, a região afetada fica avermelhada e quente (devido a um aumento do fluxo de sangue), ocorre inchaço (edema) e hipersensibilidade como resultado da infiltração de líquidos nos tecidos locais.

A dor é originada por compressão das fibras nervosas locais devido ao edema ou agressão direta às fibras nervosas. Por fim a perda de função é decorrente do edema (principalmente em articulações, impedindo a movimentação) e da dor, que dificultam as atividades locais.

Seguem-se alguns exemplos de alimentos com acção antinflamatória:





A dieta rica em alimentos antiinflamatórios pode prevenir e bloquear a inflamação, fortalecendo o sistema imunitário e o equilíbrio de todas as funções básicas do organismo. 
Entre os alimentos com maior acção antinflamatória se destacam os ácidos graxos ômega-3, encontrados no azeite de oliva extra-virgem e peixes de águas frias (salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta). No organismo, estes ácidos são convertidos em substâncias semelhantes aos hormônios*, que reduzem inflamações. Chá verde, alho, aveia, cebola, crucíferas (brócolos, couve-flor e repolho), semente de linhaça, soja, tomate e uva são alimentos com substâncias bioativas que tem acção na modulação do processo inflamatório e são antioxidantes.

* Hormônios: substâncias químicas específicas de acção sistémica que são produzidas por células especializadas, são lançadas na circulação e vão produzir efeitos específicos (indução ou inibição) em um órgão específico do corpo.


Os alimentos têm efeito importante nos níveis dos hormônios, podendo ativar ou inibir a acção inflamatória. A inflamação, muitas vezes, pode aumentar o risco de desencadear certas doenças, como: cancro, diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade, Alzheimer, alergias e artrite.
Batata assada, batata frita, bolos, biscoitos, trigo branco e farinha integral são alguns dos alimentos que apresentam alto índice glicêmico que em vez de inibir a inflamação estimula.

» A inflamação não pode ser vista só como ponto negativo, sendo ela uma resposta do organismo que ocorre tanto para melhorar um ferimento como proteger contra uma infecção. 
Febres, dores crónicas, inchaços, mal-estar, todos esses sintomas desagradáveis podem ser a consequência direta de um processo de inflamação em qualquer parte do corpo. Nestas situações, há um esforço do nosso organismo em reconhecer os agentes responsáveis pelo ataque, para neutralizá-los o mais rápido possível e aqui entra o papel da nutrição, principalmente quando um processo inflamatório, em vez de funcionar como uma resposta a um agente externo muito mal-intencionado, começa a se instalar no nosso organismo de forma crónica. 
Os alimentos que consumimos no dia a dia podem ser os responsáveis por essas inflamações duradouras, já que determinadas substâncias neles contidas, como as gorduras saturadas, podem ser extremamente irritantes ao organismo. Neste caso, o corpo dará sinal ao sistema imunológico de que é preciso atuar contra elas, eliminando-as, havendo ativação por longo prazo do sistema de defesa, promovendo alterações na atividade insulínica, na mobilização das gorduras e stress oxidativo, entre outros danos.


Entre os alimentos que mais combatem as inflamações estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja...




sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Doença de Dupuytren ( Deformação da mão)

No seguimento da DSR (postagem anterior), onde referi a contratura de Dupuytren, decidi explorar um pouco e elucidar sobre as suas manifestações clínicas.

Contratura de Dupuytren...
A contratura de Dupuytren é uma alteração que ocorre na palma da mão que faz com que um dedo fique sempre mais dobrado que os outros. Caracteriza-se pela degeneração das fibras elásticas, pelo espessamento da fáscia palmar, com formação de nódulos ( muitas vezes confundidos com calosidades), que levam à sua contração (o que faz retrair os dedos). Geralmente aparece mais em homens dos 30 aos 50 anos de idade e os dedos mais acometidos são o anelar e o mindinho. 


                                                                                                          Fig. 1


Causas:
Habitualmente ela é causada pelo movimento repetitivo de fechar a mão e os dedos, como ocorre ao fazer tricô, por exemplo. Indivíduos fumadores, alcoólatras e diabéticos apresentam uma probabilidade mais elevada de desenvolverem a doença. 
Pode ser de causa hereditária, auto-imune, pode aparecer devido a um processo reumático ou até mesmo devido ao efeito colateral de algum medicamento. 

Sintomas...
A queixa principal é a diminuição da mobilidade dos dedos acometidos e algumas vezes aparece dor (dificuldade em abrir os dedos afetados). As manifestações clínicas iniciam-se com o aparecimento de um nódulo na região palmar, próximo ao dedo anelar ou ao dedo mindinho. À medida que evolui, outros nódulos surgem, resultando na contração dos tendões dos dedos, flexionando-os. 
Habitualmente, o dedo anelar é o primeiro a ser afetado, alcançando, por conseguinte, o mínimo e o médio. Na fase mais avançada há dificuldade em abrir os dedos afetados e dificuldade em pousar a mão devidamente aberta numa superfície plana, como numa mesa por exemplo.



                                                                                                                   Fig.2

Tratamento:
O tratamento é feito através da fisioterapia, mas em alguns casos pode ser necessária uma cirurgia (tendo alguma percentagem de recidiva).
A intervenção da Osteopatia aborda essencialmente a parte fundamental do tratamento que é a mobilização articular e a quebra de depósitos de cálcio no tendão. 
Além da mobilização articular, são utilizadas técnicas de tecidos moles para evitar a ocorrência de contraturas secundárias e aumentar a extensibilidade da fáscia palmar dentro da amplitude fisiológica, de forma passiva. 
Sendo um tratamento conservador, nos casos mais graves, quando o paciente encontra-se impossibilitado de colocar a palma da mão por completo sobre uma superfície lisa, a deformidade deve ser corrigida por meio de procedimento cirúrgico.




terça-feira, 12 de novembro de 2013

Distrofia Simpático-Reflexa (DSR)

Distrofia Simpático-Reflexa (DSR)

A síndrome ombro/mão é um distúrbio neurovascular reflexo, geralmente chamado de Distrofia Simpático-Reflexa (DSR) e apresenta-se com sinais e sintomas após lesões em ossos, músculos e nervos. Esta doença complexa vem recebendo diversas denominações, entre elas, atrofia de Sudeck, síndrome ombro-mão, distrofia simpática pós-traumática, síndrome dolorosa regional complexa tipo 1, etc. Atualmente, há uma grande controvérsia a respeito da origem da DSR, alguns autores acreditam que esta doença é decorrente de um mecanismo neuronal reflexo após um evento de trauma físico, levando à percepção anormal da dor.Em mais de 60% dos casos, descritos em adultos, há história efetiva de um trauma, mas a DSR ocorre mais frequentemente em adultos que sofrem um trauma psicológico, e já tinham uma instabilidade emocional, depressão e insegurança. Também pode ocorrer em crianças que apresentam um perfil prefeccionista, podendo o quadro ser agravado por fatores de stress, próprios da idade, ou até a morte de um familiar, início da escola, etc.

Exemplo de DSR no Membro Superior.

Quadro clínico:
A distrofia simpático-reflexa (DSR) é um distúrbio doloroso complexo, que se apresenta com uma dor intensa e persistente, em um dos braços. A dor é associada à queimação, disestesia, parestesia e hiperalgesia ao frio e sinais clínicos de disfunção do sistema nervoso autónomo (cianose, edema, frio e alteração de transpiração local). 
Geralmente a dor descrita pelo paciente é intensa e do tipo incapacitante.

Caracteriza-se por:
  •  Dor ou hiperestesia no ombro, punho ou mão;
  •  Limitação dos movimentos em:
· ombro, com a maior parte da restrição na flexão lateral e abdução.
· punho, com maior parte da restrição na extensão do punho.
· mão, com a maior parte da restrição na flexão metacarpofalângica e interfalângica proximal.
  •  Edema da mão e punho secundário ao comprometimento circulatório dos sistemas venoso e linfático, que por sua vez precipitam a rigidez da mão.
  • Instabilidade vasomotora.
  • Alterações tróficas na pele.
A medida que a condição progride,a dor que vai cedendo mas a limitação nos movimentos persiste, a pele torna-se cianótica e brilhante, os músculos intrínsecos da mão atrofiam, e ocorrem alterações nas unhas.
A incidência é maior nas fraturas de extremidade distal dos ossos do antebraço, na síndrome do túnel do carpo e na Doença de Dupuytren. Em geral a DSR ocorre de forma unilateral, com maior frequência nos membros superiores do que inferiores.

Exemplo de DSR no Membro Inferior

Tratamento:
O objetivo principal, como osteopata é o alívio da dor e o restabelecimento da função normal ou o máximo possível do potencial funcional remanescente do membro acometido cortando-se o mais rápido possível o ciclo dor-imobilização-edema-alterações neurovegetativas-desuso-dor, usando técnicas específicas nas estruturas limitadas e trabalhando dentro da amplitude livre de dor: mobilização articular, inibição muscular, alongamento de tecido mole. Facilitar contrações musculares ativas com exercícios tanto isotônicos como isométricos e atividades leves de sustentação de peso. Orientar o paciente sobre a importância de seguir um programa de aumento de actividade e aumentar os estímulos sensoriais, por exemplo usando gelo. 
Fora da osteopatia, de uma maneira geral o tratamento consiste na utilização de analgésicos, antiinflamatórios não hormonais e reabilitação.Quando necessário é recomendado o uso de anti-depressivo para aliviar a dor que é muito semelhante à fibromialgia.


  • O quadro de DSR pode não vir sozinho, e  estar associado a outras dores com disfunção do sistema nervoso autónomo, tais como: enxaqueca, síncope, fibromialgia e dor abdominal. O envolvimento de membros inferiores se bem que mais raro, também pode ocorrer com as mesmas características dos membros superiores associado, porém, à incapacitação de deambulação. 



Finalmente o meu site...






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