Isto é o que me faz acordar todos os dias com motivação para dar o meu melhor e ajudar o próximo, venham mais sorrisos e mais resultados alcançados!
domingo, 28 de agosto de 2016
Castanha da Índia – Benefícios e propriedades
O castanheiro-da-índia é uma grande árvore que pode atingir até 25 metros de altura. Já o seu fruto é pequeno, e chamado de castanha da Índia. Este fruto é utilizado há muito tempo e o seu consumo ajuda a tratar diversos problemas de saúde. Eu pessoalmente costumo indicar aos meus pacientes, e o feedback tanto pessoal como por parte dos pacientes é muito positivo.
Propriedades e benefícios da castanha da Índia:
A castanha da Índia é adstringente, anti-hemorroidal, anti-inflamatória, estimulante, hemostática, redutora de permeabilidade capilar, tônica vasoconstritora e vasoprotetora. Diante destas propriedades, a castanha apresenta os seguintes benefícios:
- - Ameniza e previne as indesejadas varizes, que são veias superficiais dilatadas – que costumam incomodar mulheres e homens, por causa do aspecto que dão a pele.
- - Auxilia o tratamento das incômodas hemorroidas, que consiste na inflamação ou dilatação de veias ao redor do ânus, causando dor e, às vezes, sangue.
- - Trata equimoses, as pequenas infiltrações de sangue que são consequências do rompimento de vasos capilares.
- - Auxilia no tratamento para eliminar edemas, que são acúmulos anormais de líquido em partes específicas do corpo.
- - Trata casos de tromboflebites e prostatite.
- - Ótima para mulheres em fase de menstruação, pois melhora as cólicas menstruais, a famosa TPM e a dor nas pernas.
- - Trata inchaços em geral, causados por má circulação.
- - Atua no tratamento de dermatites.
- - Ameniza diversas inflamações na pele.
- - É recomendável em casos de eczemas.
- - Pode ajudar a emagrecer se somada à uma boa dieta, já que evita o acúmulo anormal de líquidos e inchaços.
Efeitos colaterais e contra-indicações:
Quanto às contra-indicações, recomenda-se que não seja consumida por gestantes, mulheres no período de amamentação, crianças e durante um tratamento com anticoagulantes. Não exceder a toma indicada.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Dor Visceral...
A dor é o sintoma mais comum quando uma pessoa me procura para ter uma consulta. Na entrevista com o paciente vou avaliando as características da dor (tipo de dor, qualidade da dor, localização, intensidade, duração, fatores que aliviam e agravam as dores, assim vou compreendendo melhor o tipo de dor, se as dores são musculares, neurológicas, articulares ou até viscerais (estômago, fígado, intestino, etc).Pois bem, Viscerais? Como assim? Muitas pessoas com dores que aparecem do nada, sem causa aparente, sem traumas, sem quedas, sem esforço, podem ter dores pelo corpo sendo que a causa do problema não é na região dolorosa mas sim em alguma víscera. Por exemplo, pessoas que realizaram cirurgias de estômago e após a cirurgia desenvolveram dores em ombro esquerdo. Não precisam necessariamente ser de uma cirurgia, mas podem ser qualquer outro problema estomacal (dores; ma digestão; e às vezes não ter nenhum sintoma aparente, mas que por algum motivo sua função esteja prejudicada). Essa disfunção no estômago pode levar a uma dor no ombro esquerdo. Mas como é que isto acontece? Pode acontecer por 3 hipóteses: desenvolvimento embriológico, inervação multissegmentar ou pressão direta em vias compartilhadas.
Na hipótese do desenvolvimento embriológico, a dor é irradiada para a região onde estava localizado a víscera durante o nosso desenvolvimento fetal (ainda na barriga da mãe). Isso acontece pelo fato da víscera e a sua localização durante o desenvolvimento fetal serem feito do mesmo tipo de tecido. Então uma dor de estômago pode gerar dores em outras partes do corpo que tenham o mesmo tipo de tecido que o estômago.
Na inervação multissegmentar, a dor visceral é irradiada pelo nervo que inerva a víscera. Como assim? Um nervo não inerva somente uma víscera, ele também inerva pele, músculo, osso, além da víscera. Então quando uma víscera esta ‘doente’, ela vai mandar informações (dolorosas) para o cérebro por meio dos nervos, e como esses nervos não inervam apenas a víscera então as outras áreas que esse nervo inerva também podem receber essa informação dolorosa. Fazendo com que as pessoas sintam dor, na região que o nervo da víscera inerva.
Na pressão direta em vias compartilhadas podem ocorrer dores pela pressão da víscera em estruturas vizinhas. Por exemplo, o estômago comprime o diafragma que é inervado pelo nervo frênico que sai da coluna cervical nível de C4 – C5. Portanto a região que esse nível inerva poderá ser afetada (região de ombros – trapézio).
Com tudo isto não adianta de nada tentar tratar a região dolorosa sem tratar a víscera. E como é que isso é feito? Com técnicas manuais, para melhorar a mobilidade fisiológica, a vascularização e a sua inervação. Assim a víscera terá uma boa função, eliminando as causas das dores.
Na hipótese do desenvolvimento embriológico, a dor é irradiada para a região onde estava localizado a víscera durante o nosso desenvolvimento fetal (ainda na barriga da mãe). Isso acontece pelo fato da víscera e a sua localização durante o desenvolvimento fetal serem feito do mesmo tipo de tecido. Então uma dor de estômago pode gerar dores em outras partes do corpo que tenham o mesmo tipo de tecido que o estômago.
Na inervação multissegmentar, a dor visceral é irradiada pelo nervo que inerva a víscera. Como assim? Um nervo não inerva somente uma víscera, ele também inerva pele, músculo, osso, além da víscera. Então quando uma víscera esta ‘doente’, ela vai mandar informações (dolorosas) para o cérebro por meio dos nervos, e como esses nervos não inervam apenas a víscera então as outras áreas que esse nervo inerva também podem receber essa informação dolorosa. Fazendo com que as pessoas sintam dor, na região que o nervo da víscera inerva.
Na pressão direta em vias compartilhadas podem ocorrer dores pela pressão da víscera em estruturas vizinhas. Por exemplo, o estômago comprime o diafragma que é inervado pelo nervo frênico que sai da coluna cervical nível de C4 – C5. Portanto a região que esse nível inerva poderá ser afetada (região de ombros – trapézio).
Com tudo isto não adianta de nada tentar tratar a região dolorosa sem tratar a víscera. E como é que isso é feito? Com técnicas manuais, para melhorar a mobilidade fisiológica, a vascularização e a sua inervação. Assim a víscera terá uma boa função, eliminando as causas das dores.
Áreas referidas das dores Viscerais
Problemas Digestivos
Os problemas gastrointestinais estão se tornando cada vez mais comum nos dias de hoje. A profissão é na maioria dos casos, o grande vilão desses problemas. O excesso de trabalho e/ou um trabalho stressante leva-nos a consumir alimentos inadequados. Muitas vezes por falta de tempo nos alimentamos de comidas fáceis de ingerir e quando conseguimos fazer uma boa refeição, muitas vezes, mal mastigamos o alimento e já estamos engolindo. Com uma rotina destas, podemos logo notar o aparecimento de problemas como gastrite,obstipação, refluxo gastroesofagico, etc.
As causas dos problemas gastrointestinais são diversas e nem todas acontecem da mesma forma, o que poucos sabem, é que existem tratamentos para tais sintomas. E não falo de tratamento medicamentoso, mas existem técnicas manipulativas para melhorar a função do órgão especifico. Por exemplo: Existem técnicas especificas no estômago para melhorar uma hérnia de hiato, dores de estômago; técnicas intestinais para melhorar uma obstipação intestinal ou até uma diarreia. O Sistema gastro-intestinal funciona com a ajuda do Sistema Nervoso Autónomo (Simpático e Parassimpático), no qual podemos intervir manualmente estimulando ou inibindo. Mas o tratamento é sempre em busca da homeostasia (equilíbrio). O objetivo das manipulações viscerais não é tratar a doença, mas sim buscar uma melhor mobilidade das estruturas para que as mesmas não comprometam a sua função.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
O que nos diz a cor da urina...
A urina é produto da filtragem dos rins, que despejam na bexiga uma mistura de água e toxinas que o corpo não precisa mais e deve eliminar. Os alimentos ingeridos e os mecanismos próprios individuais, como transpiração e respiração, determinarão a quantidade de urina.
É essencial saber a cor da nossa urina, e não apenas observar se sentimos dor, já que a sua cor poderá indicar uma disfunção do organismo, por causa da alimentação, de uma inflamação ou até mesmo o consumo de um medicamento. A cor dependerá dos seguintes aspectos:
Cor clara:
A urina de cor clara é um bom sinal e indica um bom nível de hidratação. O elevado consumo de água facilita a filtragem da urina pelos rins, daí seu tom mais claro.
Cor amarela intensa:
É um sintoma a ser considerado, indica o consumo insuficiente de água, pressionando os rins a trabalharem mais para filtrar a urina. Há maior acumulação de toxinas exigindo maior hidratação. A cor pode também ser causada por sudorese excessiva, resultado de trabalho duro ou atividade física intensa.
Amarelo escuro:
Este já é o tom mais sério, é preciso consultar o médico. Indica que há um problema no fígado e pode se estar sofrendo de icterícia. Nesse caso, observar os olhos e identificar se há também uma tonalidade amarelada. Poderá haver cansaço e mal-estar geral, geralmente associado a outros sintomas que serão imediatamente perceptíveis.
Tom mais para o avermelhado:
Indicativa de um problema renal, deve-se à inflamação na urina e pequenos vestígios de sangue. É sinal de um possível cálculo da vesícula biliar a caminho, de que o trato urinário está sofrendo com estas pedras que estão dolorosamente abrindo seu caminho até a bexiga, ou pode ser que as pedras estejam ainda no rim, e isso pode ser prejudicial. Neste caso, a tonalidade da urina é muito característica. Além disso, haverá também dor se for um problema nos rins.
Cor laranja:
Esta tonalidade é anormal, mas pode ocorrer. Ocorre pelo excesso de vitamina C no corpo, que é filtrado pelos rins. Se ocorrer um dia, deve-se apenas reduzir – e nunca eliminar – o consumo de todas as frutas e legumes com vitamina C durante pelo menos cinco dias.
Cor azul:
Surpresos? Por mais estranho que pareça, pode ocorrer e deve-se a um excesso de cálcio ou certa infecção bacteriana. Acontece com pessoas que tomam suplementos vitamínicos, gera-se um excesso ou pequena contaminação com outras substâncias e o corpo sofre com isso. Deve-se ter cuidado com todos os medicamentos e suplementos vitamínicos e, diante de qualquer alteração, aconselha-se consultar o médico.
Cor vermelha:
A urina vermelha pode indicar duas coisas. A primeira pode ser grave, já que pode ser pela presença de sangue e é preciso informar imediatamente o médico. Pode haver um problema na bexiga ou nos rins: um diagnóstico preciso dará a resposta. A segunda causa desse sintoma é completamente inócua. Se um dia consumir muitas beterrabas, frutas vermelhas, amoras ou até alimentos com muito corante, a urina pode adquirir esta cor. Se este tom se repetir ao longo de vários dias, não hesitar em consultar um especialista.
Espero ter elucidado, de forma clara, um pouco mais sobre este assunto! :)
domingo, 15 de maio de 2016
Nova Parceria - De Regresso à Essência
Olá a todos,
É com muito prazer que anuncio parceria com um novo projeto.
Deste projeto, temos equipa multidisciplinar com formação específica baseada em terapias holísticas e medicina alternativa nomeadamente nas áreas de:
-Hipnose
-Regressão
-Reiki
-Angeologia
-Astrologia
-Tarot Terapêutico
-Leitura de Aura (vários temas)
-Leitura de Registos Akáshicos (vários temas)
-Meditação
-Senhores do Karma
-Nutrição
-Medicina Tradicional Chinesa
-Acupuntura
-Osteopatia
-Reflexologia
-Naturopatia
-Workshops e cursos
Queremos contribuir para a saúde de todos e estamos de braços abertos para vos acompanhar.
Para tal deixo alguns contatos:
Email: deregressoaessencia@gmail.com
Morada: Rua dom Nuno Alvares Pereira, nº11 B 2620-112 Póvoa de Santo Adrião, Lisboa, Portugal
Telefone: 962780659 e 926500703
Sejam bem-vindos!
sábado, 26 de março de 2016
Consultório Particular Osteopatia
É com muito gosto e felicidade que informo a morada do novo consultório na Praceta Ary dos Santos, nº9, sub loja E, na Póvoa de Santo Adrião, sendo um ponto de referência o Centro de Saúde da Póvoa de Santo Adrião em frente á Escola Secundária Pedro Alexandrino.
Informando assim que deixei de estar presente no espaço Estetikaty, onde dava as consultas anteriormente.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Insónia
A insónia é um distúrbio persistente que prejudica a capacidade de uma pessoa adormecer ou, ainda, de permanecer dormir toda a noite. Pessoas com insónia geralmente começam o dia já se sentindo cansadas, têm problemas de humor, falta de energia e têm o desempenho no trabalho ou nos estudos prejudicado por causa deste distúrbio. A qualidade de vida da pessoa, em geral, costuma ficar comprometida pela insónia.
Muitos adultos apresentam insónia em algum momento da vida, mas algumas pessoas têm insónia crónica, que pode perdurar por um período de tempo muito maior do que o normal. A insónia pode ser, ainda, um distúrbio secundário causado por outros motivos, como doença ou uso indevido de medicação.
Causas:
Stress
Preocupações relacionadas ao trabalho, estudos, saúde ou família podem manter sua mente ativa durante a noite, o que dificulta na hora de adormecer. Acontecimentos provocadores de grande stress\ansiedade, como morte ou adoecimento de um ente querido, divórcio ou perda de emprego, também podem desencadear episódios de insónia.
Ansiedade
Ansiedade diária, bem como transtornos graves de ansiedade, como o transtorno de stress pós-traumático, pode atrapalhar o sono. Preocupar-se com a dificuldade que terá para dormir também pode levar à insónia mais facilmente.
Depressão
Uma pessoa com depressão pode dormir mais do que o normal e pode também não conseguir dormir, simplesmente. Insónia é comum em casos de depressão.
Condições médicas
Dor crónica, dificuldade para respirar ou necessidade frequente de urinar podem levar à insónia.
Mudança no ambiente ou horário de trabalho
Viajar ou alterar o horário de trabalho pode provocar uma mudança no ritmo cardíaco do corpo e no chamado “relógio biológico”, que dificulta o início do sono.
Maus hábitos de sono
Maus hábitos de sono também podem causar insónia. Estes incluem irregularidade do sono, como dormir e acordar em horários diferentes todos os dias; atividades estimulantes antes de deitar-se; dormir em ambientes inapropriados e desconfortáveis, como num lugar muito iluminado, dormir em frente à televisão ou dormir com a luz acesa.
Medicação
Muitos medicamentos podem interferir na capacidade de uma pessoa adormecer ou permanecer dormindo, incluindo antidepressivos, remédios para controle da pressão arterial, anti-alérgicos, estimulantes e corticosteroides. Outros medicamentos que contenham cafeína e outras substâncias estimulantes também podem desencadear em insónia.
Cafeína, nicotina e álcool
Café, chá, refrigerantes à base de cola e outras bebidas que contenham cafeína são estimulantes bastante conhecidos e comuns no dia a dia. Seu consumo não é proibido e não está diretamente relacionado à insónia, mas pode, eventualmente, ser um fator desencadeador do distúrbio. Beber café à noite, por exemplo, pode dificultar o início do sono. A nicotina em cigarros ou outros produtos derivados do tabaco é outro estimulante que pode causar insónia. O álcool pode até ajudar a dormir, mas impede os estágios mais profundos do sono e muitas vezes pode fazer com que uma pessoa desperte no meio da noite.
Comer muito tarde
Comer um lanche leve antes de dormir é recomendado, mas comer demais pode fazer com que uma pessoa se sinta fisicamente desconfortável na hora de deitar, o que pode dificultar na hora de adormecer. Muitas pessoas também apresentam azia e refluxo, que também prejudicam o sono.
Idade
A insónia pode, ainda, se tornar mais comum com a idade. Ruídos e outras alterações no ambiente podem despertar uma pessoa idosa mais facilmente do que alguém mais jovem. Com a idade, o relógio biológico muda, fazendo com que a pessoa se sinta cansada mais cedo à noite e acorde mais cedo na manhã. Apesar disso, idosos geralmente precisam da mesma quantidade de sono que pessoas mais jovens.
- Com o tempo, a pessoa pode se tornar menos ativa fisicamente ou socialmente. A falta de atividades diárias pode interferir em uma boa noite de sono, pois quanto menos ativa uma pessoa for, mais tempo ela terá para tirar sonecas ao longo do dia, o que dificulta na hora de dormir à noite.
- Dor crónica e condições como a artrite ou problemas nas costas, bem como depressão, ansiedade e stress, podem interferir no sono. Os homens mais velhos desenvolvem frequentemente um aumento da próstata, o que pode levar à necessidade frequente de urinar, interrompendo o sono. Nas mulheres, sintomas da menopausa podem ser igualmente perturbadores e podem impedi-las de ter uma boa noite de sono.
- Outros distúrbios relacionados, como apneia do sono e síndrome das pernas inquietas, também se tornam mais comum com a idade. Além disso, as pessoas mais velhas normalmente fazem maior uso de medicamentos do que pessoas mais jovens.
Fatores de risco:
Muitas pessoas podem apresentar um quadro de insónia ocasionalmente. Mas o risco de insónia é maior em:
- Pessoas do sexo feminino. As mulheres são muito mais propensas a sofrer de insónia, principalmente por causa de mudanças hormonais durante o ciclo menstrual e na menopausa. A insónia também é comum com a gravidez.
- Pessoas acima dos 60 anos de idade, devido principalmente às alterações nos padrões de sono e a problemas de saúde.
- Pessoas com algum distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e o transtorno de stress pós-traumático são mais propensas a apresentar insónia.
- Trabalhar à noite ou viajar a trabalho, que envolva trocas frequentes de fuso horário.
Os principais sintomas de insónia podem incluir:
- Dificuldade para adormecer à noite
- Acordar durante a noite
- Acordar muito cedo
- Não se sentir descansado após uma noite de sono
- Cansaço ou sonolência diurna
- Irritabilidade, depressão ou ansiedade
- Dificuldade para prestar atenção, concentrar-se em tarefas ou se lembrar de alguma coisa importante
- Aumento do risco de acidentes
- Dores de cabeça localizadas
- Problemas gastrointestinais
- Preocupações contínuas com o sono
Uma pessoa com insónia, muitas vezes, pode levar 30 minutos ou mais para adormecer e pode dormir por apenas seis horas ou menos a partir de três noites por semana por mais de três meses.
Tratamento:
Uma mudança nos hábitos de sono e tratar as causas subjacentes da insónia. Devemos recomendar a prática de algum exercício\terapia que induza o relaxamento e a reeducação do sono.
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