sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Consultas

Reina a boa disposição após um tratamento bem sucedido. O percurso é longo, mas estamos juntas!


terça-feira, 16 de junho de 2015

Regulamentação de terapêuticas não convencionais


Lei n.º 71/2013 de 2 de setembro Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente ao exercício profissional das atividades de aplicação de terapêuticas não convencionais.

http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/0543905442.pdf

º Lei n.º 71/2013

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Doença de Blount


Doença de Blount

Doença do desenvolvimento, caracterizada por um distúrbio na sequência ordenada da ossificação endocondral na extremidade superior da tíbia. Trata-se de uma patologia, de causa desconhecida,e que se manifesta clinicamente com acentuação do arqueamento das pernas.

A maioria dos recém nascidos, apresentam arqueamento das pernas, sendo considerado normal e fisiológico. Ao posicionarmos as pernas lado a lado, observamos que os tornozelos ficam encostados, enquanto os joelhos ficam afastados. Quando as crianças começam a fase de marcha, esse arqueamento fica mais acentuado em função da sustentação do peso corporal.

 
Blount descreveu dois tipos:
                                                         A) Infantil
Infantil: mais comum, inicio entre um e três anos e meio, frequentemente simétrica e bilateral, carácter rapidamente progressivo, varismo acentuado, leve discrepância do comprimento entre um membro e outro.

                                                         B) Adolescente
Adolescente: quando a deformidade surge após 11 anos de idade, habitualmente unilateral, menos progressiva.
                                                                                    



Os fatores de risco:

A doença de Blount é mais comum em crianças com sobrepeso ou obesidade e que começaram a caminhar muito cedo.





                                                              Como fazer o diagnóstico?


O arqueamento das pernas, no inicio da marcha, tem a denominação médica de geno varo fisiológico.Trata-se de uma fase do alinhamento dos membros inferiores, de prognóstico favorável, com recuperação espontânea e progressiva, sem necessidade de tratamento.
O mal alinhamento em varo é simetrico, geralmente associado a marcha com a frente dos pés para dentro, devido a torção interna tibial associada, em crianças com desenvolvimento motor normal, exigindo apenas acompanhamento ortopédico com consultas para monitorar a evolução.
Existem prazos de espera para que a correção ocorra e que devem ser sempre respeitados.




O motivo de preocupação: 

Crianças que, durante o acompanhamento ortopédico, apresentam acentuação da deformidade, unilateral ou bilateral, ou que, já chegam na primeira consulta, fora das idades limites aceitáveis para a correção, devem ser investigadas para confirmação quanto ao geno varo patológico.






A suspeita:

- Os familiares referem piora progressiva da deformidade dos joelhos, uni ou bilateral;

- O exame físico revela acentuado arqueamento das pernas com torção interna tibial associado;

- Existe frouxidão dos ligamentos do joelhos com as manobras provocativas;




A confirmação:


É feita com as alterações vistas no exame de imagem radiológico dos membros inferiores com a criança em pé.

- Irregularidades na região de crescimento da parte interna da tibia (face medial do joelho);
- Formação de imagem semelhante a um "bico", nesta região;
- Alteração nos ângulos traçados na radiografia;


O tratamento:
Geno varo fisiológico: Não precisa de tratamento pois, trata-se de mal alinhamento temporário dos membros inferiores, com correção espontânea, dentros do prazos pré-determinados.

É errado prescrever :

- Aderogil (vitamina D),
- Aparelhos corretivos de uso noturno (órteses),
- Gessos sucessivos,
- Palmilhas,
- Botas ortopédicas,
- Fisioterapia, 
- Faixas elásticas anti-rotatórias para os membros inferiores.

Nada disso tem benefício pois, como já foi dito, geno varo fisiológico não é uma doença e portanto não deve ser tratado, só deve ser acompanhado.



A doença de Blount: Só existe uma forma de tratar essa doença que é com cirurgia ortopédica.

Nemhum método de tratamento conservador é eficaz para o tratamento pois, como vimos, trata-se de uma doença da região de crescimento do osso e isso, só pode ser corrigido com cirurgia.
Se, uma criança com susposto diagnóstico de doença de Blount, apresentou melhora com qualquer outro método de tratamento, que não a cirurgia, é porque o diagnóstico inicial estava errado! Tratava-se de geno varo fisiológico e a correção ocorreria mesmo sem tratamento.

Importante saber que a doença de Blount quando não tratada, leva a grandes deformidades no joelho com grande prejuízo para a marcha da criança. Os resultados cirúrgicos são excelentes desde que realizados nas idades adequadas, evitando assim recidivas durante o crescimento da criança.
É muito importante saber fazer o diagnóstico correto e diferenciar do geno varo fisiológico pois, a evolução é bastante diferente.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

É com enorme satisfação que brevemente irei colocar no meu blog, com a devida permissão, o testemunho dos meus pacientes e quem sabe abordar os casos clínicos.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Benefícios da Pêra...



Repleta de benefícios a pêra tem diversas propriedades medicinais graças ao seu teor em água e fibra, e à sua riqueza em vitaminas e minerais.
É adequada para depurar o organismo e limpar o intestino, além disso é diurética e por ser rica em água, também ajuda a manter o organismo sempre hidratado.
De excelente poder digestivo esta fruta é laxante, reduz a pressão arterial e melhora a circulação. Contém fibras que colaboram em regularizar os níveis de açúcar no sangue e ainda reduz o colesterol e os riscos de cancro de cólon.
É antioxidante, aumenta a imunidade, protege contra infecções e melhora o metabolismo de maneira geral. 

As pêras podem ser consumidas cruas ou cozidas e ainda assadas, e são realmente muito saborosas e saudáveis.
Apesar de todos os benefícios que o consumo de pêra traz para o organismo, é preciso manter a atenção. Como tudo o que fazemos em excesso, comer pêra demais pode ser prejudicial e até mesmo causar diarreia.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Abordagem Terapêutica da Osteopatia à Sinusite

A sinusite é a inflamação dos seios paranasais da face e geralmente é causada por uma infecção viral, bacteriana ou fúngica.

Os seios paranasais são espaços cheios de ar no crânio ( atrás da testa , bochechas e olhos ) que são revestidos com membranas mucosas .O organismo mantém estes espaços estéreis ( isto é , não contendo bactérias ou outros organismos),e o faz através da manutenção da livre circulação de ar, permitindo produção e drenagem equilibrada de muco. Alterações anatómicas, que impedem a drenagem da secreção, e processos infecciosos ou alérgicos, que provocam inflamação das mucosas e facilitam a instalação de germes oportunistas, são fatores que predispõem à sinusite. No seguimento de uma constipação ou gripe, estas cavidades podem inflamar, promovendo o desenvolvimento de uma infecção bacteriana. Outras causas da sinusite, principalmente a sinusite crónica são as alergias (o que torna este problema tão recorrente nos alérgicos e asmáticos), e certos problemas estruturais, tais como o desvio do septo ou a existência de pólipos nasais





Os sintomas são:

-Congestão nasal e corrimento.
-Dor de garganta e gotejamento pós-nasal (muco correndo pela parte posterior da garganta, especialmente à noite ou quando deitado) .
-Dor de cabeça (dor tipo pressão) como, dor atrás dos olhos, dor de dente e facial.
-Tosse.
-Febre .
-Mau hálito ou perda da capacidade de sentir o cheiro .
-Fadiga e mal-estar geral .


A abordagem da Osteopatia para a sinusite foca-se na melhoria da drenagem das secreções e na biomecânica dos ossos do crânio, onde se inserem os seios, para que o risco de infecção e inflamação seja reduzido ao mínimo.
A atuação osteopática é sempre generalizada, com uma abordagem holística e global do paciente, como tal, utilizam-se técnicas osteopáticas, tanto à distância como locais, para a dor craniofacial. Um exemplo é a relação entre o crânio, pescoço, tórax e ombros que também pode levar a um comprometimento da drenagem dos seios da face.
Utilizam-se técnicas estruturais e funcionais para devolver a mobilidade às zonas de restrição que se encontram no eixo central, sobretudo a cintura pélvica, coluna dorsal alta (C7-D1-D2-D3 e primeira costela), coluna cervical alta (C0-C1-C2) e articulação temporomandibular (ATM). 
Outro dos objetivos é promover o equilíbrio do tónus e tensões miofasciais da região posterior da cervical e sistema hioideio. Deve-se eliminar as restrições da mobilidade das suturas cranianas, de forma a facilitar a drenagem do conteúdo dos seios e ainda facilitar a normalização das secreções da mucosa nasal e paranasais com o tratamento do sistema neurovegetativo, simpático (coluna dorsal alta, gânglio cervical superior, osso temporal, nervo vidiano, gânglio esfenopalatino) e parassimpático (VII e IX pares cranianos, nervo vidiano e gânglio esfenopalatino). Deve ter-se também em consideração a relação embriológica entre a mucosa dos seios da face e do intestino delgado e grosso, que não é casual. Ou seja, pode encontrar-se uma infeção intestinal ao mesmo tempo que tem sinusite crónica e, como tal, deve avaliar-se e se necessário,trabalhar as vísceras em casos de sinusite crónica.
Em suma, a Osteopatia vai atuar basicamente por duas vias: Primeiro reequilibrando a vascularização local para que a mucosa possa estar apta a combater a infecção. Para tanto se faz necessário trabalhar todas as vias vasculares desde sua saída do coração, com este fim são aplicadas técnicas na região cervico-torácica ,cervical e no crânio, para a desobstrução do trajeto vascular e assim melhorar a permeabilidade nos seios nasais. Em seguida eliminando qualquer disfunção nos ossos do crânio que possam estar prejudicando a comunicação entre os seios e a cavidade nasal. Desta maneira o organismo pode retomar a drenagem mucosa, eliminando a infecção o que diminui a irritação e a dor e após o primeiro tratamento as melhorias já são notáveis.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Flyer

Consultas de Osteopatia

Rua D Nuno Alvares Pereira nº11  Loja:B
 Povoa de Santo Adrião, Lisboa 2620-114




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Hortelã - Pimenta

Hortelã - Pimenta

A hortelã é uma planta de origem asiática, que hoje se tornou a planta mais usada em todo o mundo, principalmente devido a seu aroma, presente nas folhas. É composta de vitamina A, B e C, cálcio, fósforo, ferro e potássio. 
Como toda planta medicinal, existe a forma correta de se utilizar a hortelã, que por sua vez, é geralmente aproveitada na forma de chá, mas também podendo ser utilizada como inalação ou tempero para comidas. Se bem que, apesar da variedade de receitas que contém a hortelã, segundo especialistas, a melhor forma de consumi-la é na sua forma fresca e natural, pois conserva todas as suas vitaminas e sais minerais.

O seu cultivo é muito fácil, podendo ser plantada em vasos, hortas, canteiros, sem muitos cuidados. Eu mesma tenho o meu vaso repleto de hortelã :) É ótima para se ter em casa para um chá de última hora ou mesmo para aromatizar o ambiente. 
A hortelã se plantada junto a alfaces e outras ervas aromáticas faz intensificar o sabor e perfume destas, além do seu poder repelente de insetos.
Além dos usos medicinais, a hortelã também é utilizada na fórmula de cosméticos, sendo utilizada principalmente para ajudar no rejuvenescimento da pele. Para quem tem pele oleosa, a aplicação do chá de hortelã forte sob a pele ajuda na diminuição da oleosidade e para que o tratamento gere bons resultados, é aconselhável que após a limpeza do rosto, aplique o chá com a ajuda de um pedaço de algodão, passando-o com movimentos circulares em toda a extensão do rosto de dentro para fora, faça isso pelo menos duas vezes por semana.

Entre os benefícios do chá de hortelã, podemos citar:

  • Melhora o hálito; 
  • Alivia cólicas menstruais;
  • Auxilio no emagrecimento;
  • Fonte de vitaminas do complexo B; 
  • Auxilio no tratamento de tosse e gripe; 
  • Combate dores de garganta e secreção nas vias respiratórias (analgésico e expectorante); 
  • Possui propriedades que ajudam a combater vírus e bactérias (antibacteriana);
  • É uma planta indicada para más digestões (É um excelente digestivo se tomado após as refeições, sendo muito benéfico para quem sofre de dores no estômago), enfartamentos, problemas gastrointestinais;
  • Funciona como um estimulante da secreção biliar e da circulação sanguínea;
  • Apresenta um efeito benéfico em casos de síndrome do cólon irritável e doença de Crohn.
  • O óleo da hortelã costuma ser eficaz no tratamento de constipações, inflamações da laringe e bronquite. Externamente funciona como um analgésico ligeiro fazendo diminuir a sensação de dor. Pode também ser aplicado sobre picadas de insetos pois faz diminuir a comichão. É aconselhável, de igual forma, para aliviar a dor de cabeça, de dentes e gengivas.
  • Para aliviar dores musculares, utilize o óleo essencial, dissolvendo cinco gotas em outro óleo qualquer de base neutro e aplique sobre a área afetada pelo menos quatro vezes ao dia (efeito sedativo, sendo sem dúvida, a planta mais usada no mundo, seja como remédio, seja como aromatizante).
  • A planta é vendida seca, sob a forma de chá, óleo essencial e também em cápsulas.

Chá de Hortelã - Pimenta

· 1 colher (sopa) de folhas de hortelã miúdas,
· 1 xícara de água,
·Açúcar ou adoçante
    (Caso deseje)


Lave bem a hortelã. Coloque-a na xícara e deite água a ferver. Tape e deixe em infusão de 5 a 10 minutos. Coe o chá e adoce. O recomendado é tomar uma xícara após o almoço e o jantar, ainda morno


Outra dica...

Sumo de abacaxi com hortelã:

Bata bem no liquidificador duas fatias grossas de abacaxi e duas colheres de sopa de hortelã picadas, acrescente duas pedras de gelo e bata novamente. Vai ficar espumante e refrescante, ótimo para este próximo verão!